Brasil em luto #forçachape

Padrão

kekaaa

Hoje o país estar em luto, não por um time, não só por pessoas mais sim por guerreiros que deixa suas famílias desoladas e carente e sentindo a sua falta, pois sabem que não vão mais voltar…Em toda tristeza a um pouco de alegria em saber que três desses guerreiros estão vivos e tranquilizando as suas famílias, que hoje sabem quer vão ter a sua volta para  vossas casas. mais fica aqui a força, o abraço e a mensagem de conforto e carinho a “chape” e as famílias dos que hoje não pode estar entre nos.

#lutobrasileiro #forçachape #umamesmatorcida

Tratamento de ansiedade e depressão pode ajudar a economia global, diz estudo

Padrão

ansiedade e depressao

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), entre 1990 e 2013, o número de pessoas que sofrem de depressão ou ansiedade, dois dos transtornos mentais mais comuns, aumentou quase 50%, de 416 para 615 milhões de indivíduos globalmente.

Agora, um novo relatório da OMS sugere que o investimento em tratamentos que poderiam levar a pessoas saudáveis também ajudaria a economia dos países.

Sentido econômico

O estudo, publicado na revista The Lancet Psychiatry, concluiu que, para cada dólar americano investido no tratamento de depressão e ansiedade, haveria um retorno de US$ 4 em melhor saúde e capacidade de trabalho.

Este estudo é o primeiro a argumentar que há benefícios econômicos globais em cuidar dos transtornos mentais da população.

“Sabemos que o tratamento de depressão e ansiedade faz sentido para a saúde e bem-estar, mas esta nova pesquisa confirma que faz sentido econômico, também”, disse Margaret Chan, diretora-geral da OMS, em um comunicado. “Temos agora que encontrar maneiras de nos certificar de que o acesso aos serviços de saúde mental se torne uma realidade para todos os homens, mulheres e crianças, onde quer que vivam”.

O retorno

O estudo calculou os custos estimados do tratamento e os resultados de saúde e encomia em 36 países.

No caso dos Estados Unidos, se melhorassem o tratamento para depressão e ansiedade oferecido a sua população, isso custaria ao país cerca de US$ 147 bilhões. Mas o retorno compensaria a despesa: haveria uma melhoria de 5% na participação dos trabalhadores e produtividade, o que é avaliado em US$ 399 bilhões. A melhoria da saúde acrescenta outros US$ 310 bilhões em devoluções, mais do que dobro do investimento governamental.

No entanto, hoje, o investimento em cuidados de saúde mental é muito menor do que deveria. Em 2014, a OMS descobriu que os governos gastam uma média de 3% de seus orçamentos de saúde em saúde mental. Os países mais pobres tendem a gastar menos do que 1%, enquanto os países ricos gastam 5%.

Conclusão

Transtornos mentais permanecem pouco debatidos em muitas partes do mundo, de acordo com Jim Yong Kim, presidente do Banco Mundial (World Bank Group).

“Esta não é apenas uma questão de saúde pública. É uma questão de desenvolvimento. Precisamos agir agora, porque a perda de produtividade é algo que a economia global simplesmente não pode se dar ao luxo”, disse Kim em um comunicado. [CNN]

Veganismo pode salvar o mundo: estudo

Padrão

vaca sorrindo

Em 2050, devemos ter uma população mundial de 9,7 bilhões de pessoas. Uma questão que tem preocupado muitos pesquisadores é: como vamos alimentar todas elas? Uma pesquisa conduziu centenas de simulações com diferentes cenários. O objetivo era descobrir em quais deles é possível alimentar toda essa gente sem aumentar a área mundial explorada pelo ser humano para plantações e criações.

Essas simulações incluíram fatores como melhora na tecnologia da agropecuária e tipos de alimentos produzidos. A pesquisa mostrou que a variável mais poderosa é o tipo de dieta da população mundial. Não importa o quanto melhoremos nossas técnicas na agropecuária, o tipo de alimentos que produzimos é o que faz a maior diferença nesses cenários.

Vegetais x carne

A pesquisa publicada na revista Nature Communications mostra que nos cenários em que todos no mundo consumiriam dieta vegana, 100% das variáveis testadas foram possíveis sem aumentar a área utilizada. Já os cenários que envolviam consumo de carne tiveram apenas 15% de sucesso.

Isso porque – entre pastos, plantações de grãos para ração animal e a área usada pelos próprios animais – precisamos de uma enorme área para a criação de animais para abate: quase o dobro da necessária para a plantação de grãos e vegetais para o consumo humano.

Mundo idealizado

O estudo tem um ponto fraco: não leva em conta o cenário político e econômico mundial. Nos cenários estudados, a comida sempre chegaria aos locais em que é necessária. Sabemos que a realidade é bem diferente, com abundância nos países ricos e escassez nos pobres.

O que a pesquisa quer mostrar, porém, é que é possível que tenhamos que mudar nossa dieta em breve, pelo bem do planeta e para que os outros possam comer também. [Science]

O complicado “efeito castanha-do-pará”

Padrão

castanha efeito

Pode parecer piada, mas existe um fenômeno físico conhecido como o “efeito castanha-do-pará”, ou “Brazil Nut Effect”, que é como eles conhecem a castanha-do-pará em inglês.

O nome é dado basicamente pelo fato da castanha-do-pará estar sempre na parte de cima de embalagens com variedade de nozes, deixando lá embaixo as castanhas de caju e amendoins, por exemplo. Há uma física bem conhecida por trás disso, mas é muito mais complicada do que você imagina.

A física Nicole Sharp, do popular Tumblr Fuck Yeah Fluid Dynamics, produziu seu próprio vídeo com sua opinião sobre esse enigma perene. É menos sobre sobre castanhas e mais sobre a física dos chamados materiais granulares, como pilhas de areia. O que acontece nessas embalagens de mix de nozes durante o caminho depende muito de como as nozes interagem entre si.

Os mecanismos primários que funcionam neste efeito são a percolação – no qual pequenos grãos migram entre os grãos maiores para o fundo da pilha – e a convecção, em que os grãos maiores “empurram-se” para o topo da pilha. Isso parece bastante simples. Mas há uma abundância de outros fatores que contribuem para o aumento constante das castanhas-do-pará para o topo. É por isso que os físicos ainda estão estudando esses sistemas, para melhor entender como eles funcionam.

Como Sharp explica, a gravidade puxa para baixo cada uma das nozes na mistura. Os grãos também interagem uns com os outros, se empurrando no recipiente, para produzir a fricção e a energia mecânica perdida na forma de calor. Quanto atrito depende do tamanho e forma das nozes, entre outros fatores.

Se as partículas grandes são muito menos densas do que as suas partículas circundantes, elas sobem para o topo e ficam lá. Se elas são muito mais densas do que suas partículas ao redor, elas também sobem ao topo e ficam lá. Aquelas que têm uma pequena diferença na densidade em relação às outras partículas tendem a permanecer mistas. E toda esta dependência da densidade para se as partículas estão no vácuo.

Parece que o curso que leva uma castanha-do-pará através de uma embalagem é dependente não só das suas castanhas vizinhas e da sua densidade, mas da pressão do ar também. É possível inverter este efeito usando um simples recipiente cônico, no entanto. [Gizmodo]

Suco detox: mito ou realidade?

Padrão

sucos detox mito ou realidade 3

Um dos pedidos mais comuns recebidos pelo médico James Grendell é: “Quero desintoxicar meu corpo”. “Pessoas estão interessadas na chamada desintoxicação, mas quando pergunto a eles do que eles querem se livrar, eles não sabem responder”, relata Grendell, chefe do departamento de gastroenterologia, hepatologia e nutrição do Hospital Universitário de Winthrop, em Nova York (EUA).

“Ainda não encontrei uma pessoa que consiga especificar qual toxina quer tirar de seu corpo”, aponta ele. Isso não quer dizer que as toxinas como agrotóxicos, álcool ou medicamentos não existam, mas na maioria dos casos o nosso corpo é bem equipado para eliminar esses excessos do organismo.

 

Os rins e fígado são os principais responsáveis por se livrar dos “lixos” do nosso corpo. Eles filtram essas substâncias do sangue e as processam para que o corpo possa as excretar como parte da urina.

Sucos detox

Quando questionado sobre a eficácia dos sucos detox, o médico parece perdido quanto à origem desta ideia. “É difícil entender, porque não há evidência científica de que sucos – ou qualquer outro alimento – possam limpar ou sejam relevantes para remover toxinas”, afirma.

Isso não quer dizer, porém, que sucos de vegetais ricos em vitaminas e antioxidantes não sejam benéficos para a saúde ou que funcionem como uma ferramenta para ajudar na perda de peso e na reeducação alimentar, explica o médico. O problema é afirmar que esses sucos retiram toxinas do corpo.

“Descanso para o estômago”

A médica Antoinette Saddler, gastroenterologista da Universidade George Washington, analisou um texto postado em um blog sobre sucos detox. Esse texto dizia que uma dieta de suco oferece descanso para o estômago. “Por que o estômago precisa de descanso? Quem disse que isso é benéfico?”, questiona ela.

Outra parte do texto defende que transformar vegetais em suco permite que o corpo se dedique mais à desintoxicação e ajuda a remover toxinas acumuladas no corpo. “O que isso sequer significa?”, indaga ela, exasperada.

Mais frutas e verduras

O médico americano Woodson Merrell defende os sucos detox, mas explica que na verdade as pessoas precisam mesmo é consumir mais frutas e vegetais todos os dias. O suco é apenas para tornar a experiência mais convidativa.

Merrell acredita que uma boa salada bem mastigada tem o mesmo efeito que um suco, mas que a maioria das pessoas não mastiga a comida o suficiente antes de engolir. “Sou um fanático da mastigação”, diz ele. Mas esse suco que ele defende é grosso, com todas as partes da fruta e dos vegetais, incluindo o bagaço. “Não estou falando de suco aguado”, alerta. [The New York Times]

Uma dose desta proteína reverteu os sintomas de Alzheimer em ratos em uma semana

Padrão

proteina injecao alzheimer

Um novo estudo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences descobriu que uma injeção de uma proteína chamada de IL-33 pode reverter os sintomas de Alzheimer e declínio cognitivo em ratos, restaurando sua memória e função cognitiva a níveis saudáveis, em apenas uma semana.

Os ratos foram criados para desenvolver uma doença parecida com o Alzheimer em humanos, que progredia à medida que envelheciam.

Em seguida, receberam injeções diárias da proteína, que não só limpou o acúmulo de placas amiloides tóxicas que provocam a doença em humanos, como também impediu que mais se formassem.

Cautela

É preciso deixar claro que, nesta fase, não temos ideia se esses bons resultados com ratos irão traduzir em bons resultados em seres humanos com doença de Alzheimer.Mas quando se trata de uma condição sem cura que deve afetar 65 milhões de pessoas até 2030, qualquer novo desenvolvimento é valioso. A equipe por trás desta descoberta está confiante de que certos aspectos poderiam se revelar importantes para a criação de uma terapia para pacientes humanos.

O Alzheimer

Nos seres humanos, a doença de Alzheimer geralmente resulta de uma acumulação de dois tipos de lesões no cérebro – placas amiloides e novelos neurofibrilares.

Placas amiloides ficam entre os neurônios e formam aglomerados densos de um tipo de proteína chamada beta-amiloide. Emaranhados neurofibrilares são encontrados no interior dos neurônios, causados por proteínas tau defeituosas que se aglomeram em uma massa espessa. Isto faz com que pequenos filamentos chamados microtúbulos se torçam, o que perturba o transporte de nutrientes essenciais em todo o cérebro.

Neste momento, não se sabe por que certas pessoas experimentam um acúmulo de placas amiloides e emaranhados neurofibrilares no cérebro à medida que envelhecem, e outras não. Mas os cientistas estão confiantes de que, se pudermos descobrir como solucionar esses problemas, podemos efetivamente tratar a doença.

O estudo com ratos

“IL-33 é uma proteína produzida por vários tipos de células no corpo e é particularmente abundante no sistema nervoso central (cérebro e medula espinal)”, disse o pesquisador principal do estudo, Eddy Liew, da Universidade de Glasgow, no Reino Unido, ao Science Alert. “Nós descobrimos que a injeção de IL-33 em ratos doentes melhorou rapidamente sua memória e função cognitiva, ao nível dos ratos normais da mesma idade, dentro de uma semana”.

Liew e sua equipe descobriram que a IL-33 parece alavancar células imunes no cérebro chamadas microglia, orientando-as para as placas amiloides tóxicas.

A microglia agressivamente alveja essas placas, com a ajuda de uma enzima chamada neprilisina, conhecida por quebrar amiloide. Este processo reduziu o tamanho e o número de placas amiloides em ratos com sintomas de Alzheimer.

Não só isso, mas as injeções também impediram a inflamação no tecido cerebral, o que estudos anteriores associaram à proliferação de placas e emaranhados neurofibrilares.

Teste com humanos em breve

Esse resultado é interessante para pesquisadores de todo o mundo que buscam uma cura ou tratamento para a doença de Alzheimer em humanos.

Liew permanece cauteloso, no entanto. “A relevância deste achado para a doença de Alzheimer humana é atualmente pouco clara. Mas há indícios encorajadores. Por exemplo, estudos genéticos anteriores demonstraram uma associação entre mutações de IL-33 e doença de Alzheimer em populações europeias e chinesas. Além disso, o cérebro de pacientes com a doença de Alzheimer contém menos IL-33 do que o cérebro de pacientes sem Alzheimer”.

Um teste clínico com humanos para verificar a toxicidade da IL-33 está prestes a começar, de fato que é melhor esperar esses resultados para ficarmos animados com uma possível terapia para a condição. [ScienceAlert]

O que dá mais dor no pé: ficar parado ou andando?

Padrão

dor nos pes

Trabalhar em pé, ficar em uma fila… Qualquer um que permanece parado muito tempo, na vertical, sabe que isso é muito mais cansativo do que andar a quantidade equivalente de tempo.

Por quê?

1. Dor no pé aparece porque cansa as pernas cansam mais quando você fica parado

Primeiro, quando você fica parado de pé, suas pernas não estão descansando, mesmo que elas estejam apenas apoiando o seu peso. Em vez disso, seu corpo oscila muito ligeiramente. Para mantê-lo na posição vertical, alguns músculos estão constantemente trabalhando, fazendo pequenos ajustes que você provavelmente não está consciente.

Por outro lado, quando você anda, seu peso é distribuído em mais grupos musculares.

Os músculos dos braços ajudam a impulsionar o movimento, os músculos do abdome ajudam a manter o nosso corpo estável, os músculos do bumbum completam seu passo, e as pernas e as coxas conduzem toda esta orquestra muscular.

2. Andar permite pequenos intervalos de descanso

Em segundo lugar, quando você está parado, cada pé e perna suportam cerca de metade do peso do corpo, sem descanso.

Por outro lado, ao caminhar, cada vez que um pé é erguido, os músculos que anteriormente ajudaram a te equilibrar fazem uma pausa conforme você dá os passos. Embora seja muito pequena, isso totaliza cerca de metade do tempo que é mais ou menos um estado de repouso necessário para levantar o pé do chão.

3. Ficar parado é ruim para a circulação

Em terceiro lugar, quando você está parado, os vasos sanguíneos e linfáticos ficam inundados em seus pés, panturrilhas e tornozelos, porque o seu coração não consegue bombear o sangue de forma eficiente para o resto do corpo a partir de seus pés por si só. É por isso que, se você ficar parado em um lugar por longos períodos, pode perceber que seus pés e pernas incham um pouco.

Como o coração não está à altura de executar esta tarefa de forma eficiente, ele depende, em parte, de contrações musculares que ocorrem quando você caminha e se movimenta. Assim, quando você está parado em algum lugar, seus músculos estão recebendo menos oxigênio e outras coisas que eles precisam para operar com a máxima eficiência em comparação com quando você anda.

4. Ficar parado concentra o peso no mesmo lugar

Em quarto lugar, quando você está parado em pé, toda a carga do seu corpo repousa sobre o mesmo lugar – a parte inferior de seus pés, e em particular sobre os tornozelos. Isso não acontece quando você anda. O movimento estimula diferentes partes de seus pés e divide o peso lugares diferentes.

5. Ficar parado é chato pra caramba

Em quinto lugar, as posições que a gente tem que ficar em pé são muitas vezes mais chatas do que ficar andando.

Sem nada para ocupar sua mente, seus pensamentos podem acabar se concentrando muito mais em como você está cansado e quanto seus pés doem. Por outro lado, ao caminhar, seu cérebro fica mais ocupado, já que você deve avaliar constantemente a situação e evitar obstáculos. Assim, a posição pode também parecer ainda mais cansativa apenas porque você fica mais consciente de como suas pernas e pés estão se sentindo.

6. O corpo não gosta de ficar parado

Em sexto lugar, se você andar rápido o suficiente (ou correr), seu corpo vai liberar neurotransmissores, incluindo adrenalina, que fazem você se sentir melhor e bombeiam seu coração mais rápido, fornecendo mais oxigênio para os músculos e cérebro, bem como endorfinas que melhoram o humor. [gizmodo]

dor no pé